
Pastores que guiais o gado
Observa-os entre as serras
Pastando em distantes e verdes terras
Os tais de Apolo, gado sagrado
Soa a doce flauta melancólica
A despertar o amor no campo
De minha humilde pastora
De árcade e mortal encanto
Se quiseres, ande comigo
A cavalgar por belas serras
Vereis a formosura que eu venero
A ti o seu amor eu imploro
Quero submeter-me a teus olhos
Chorareis se me negares o amor
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Deixe seu recado para o Poeta: